O bairro de Higienópolis, localizado próximo ao centro da cidade, teve seu desenvolvimento a partir do século XVI, quando foram formados os sítios e o distrito de Santa Cecília.
A chácara das Palmeiras foi uma das primeiras a ser criada a partir da negociação de terrenos loteados do sítio Santa Cecília.
Seu desenvolvimento foi marcado pela conservação de estilos europeus de decoração e amplos espaços das suas residências.
A escritora Maria José Duprê, em seu romance "Éramos Seis", cita a casa de Dona Lola, a personagem central principal residente na Av Angélica, referência do bairro.
Nesta mesma avenida foi construída uma das primeiras casas, que pertenceu a Dona Tereza do Amaral de Castro Patucchi.
Tempos depois o casal formado por Francisco de Aguiar Barros e sua esposa Maria Angélica de Souza Queiroz, adquiriram e tornaram-se proprietários de uma chácara, loteada do sítio das Palmeiras, deram início a formação do bairro, e emprestaram seus nomes para duas das principais avenidas, a Avenida Angélica e a Alameda Barros.
Os primeiros edifícios construídos no bairro, datam dos anos de 1933 (Edifício Higienópolis), situado na Rua Alagoas esquina com a Av Angélica, e 1935 (Edifício Santo André), situado na Rua Piauí, também esquina com a Avenida Angélica. O padrão de construção daquela época não ultrapassava 10 andares.
Fundada em 1987 a Praça Buenos Aires, tornou-se o "ponto" referencial da Avenida Angélica e do bairro de Higienópolis. Dispõe de excelente estrutura, com ruas arborizadas, praça para shows, equipamentos diversos para ginásticas, bancos de madeira, e uma área não pavimentada para encontros dos cachorros.
Auto-suficiente, o bairro dispõe de restaurantes com cardápios variados, hospitais, lojas, supermercados, casas de shows, clubes, igrejas, templos e sinagogas, consultórios médicos das mais variadas especialidades, laboratórios de análises clínicas, edifícios comerciais e um magnífico Shopping Center (Pátio Higienópolis).
Referências:
Duprê, Maria José. Romance "Éramos Seis".
Revista de Higienópolis e Região. Ano 12 - N69, 2011.
Nenhum comentário:
Postar um comentário